ALÉLUIA
Ao chegar o fim do Mês, saudemos aquele que veio ao mundo só para nos salvar:
- O DÉCIMO TERCEIRO MÊS.
terça-feira, novembro 30, 2004
segunda-feira, novembro 29, 2004
quarta-feira, novembro 24, 2004
quinta-feira, novembro 18, 2004
terça-feira, novembro 16, 2004
segunda-feira, novembro 15, 2004
NOVA NOVELA
Gostaria relatar uma ideia espectacular para uma telenovela nacional.Chamar-se-ia "Irmãos de sangue". João (que poderá ser Paulo Pires) é um engenheiro que trabalha numa fábrica perto da IC19. A sua mulher Helena (Catarina Furtado) é professora de Educação Física numa escola secundária não muito longe. Tem como colega de trabalho a Maria do Céu (Fernanda Serrano) com a qual mantém uma relação lésbica secreta. No entanto, Artur (Pedro Lima), o marido de Maria do Céu, está ao corrente da relação, tendo até inquirido a sua esposa sobre a possibilidade de poder assistir a uma das sessões lésbicas que ela realiza com Helena. Helena, porém, não se sente muito à vontade, pelo que tenta terminar o caso com Maria do Céu. Mas Maria do Céu não leva a coisa a bem. Aproveitando-se de vídeos que gravou sem o conhecimento de Helena, envia uma cassete com uma colectânea dos melhores momentos a João, marido de Helena. Acontece que, sob o pretexto da crise, a empresa multinacional em que João trabalha aproveitou a deixa para despedir cerca de 1500 trabalhadores, decidindo fechar alguns laboratórios europeus (nomeadamente o português). Por não se encontrar no trabalho nesse dia, uma vez que foi forçado a despedir-se, João não recebe a cassete enviada por Maria do Céu, sendo a mesma devolvida no próprio dia. Ao ser entregue de volta a casa, Artur, que assinou pela recepção da cassete, observa atentamente algumas das sessões lésbicas entre a sua mulher e Helena. Olhando com mais atenção, fica aterrado! Corre para o sótão e procura álbuns antigos de fotografias e, após alguma investigação, descobre que Helena é a irmã que nunca conheceu, pois sempre pensou que tivesse morrido à nascença. De facto, o que se passou foi que os pais de Helena (e Artur, portanto) a abandonaram à porta da Casa Pia de Lisboa pois não possuíam meios para sustentar uma filha que se dizia ser bastarda. Durante a descoberta da sua irmã surgem, inclusive, alguns daqueles flashback's acordados a Artur, o que faz com que ele coloque rapidamente o membro para dentro das calças pois já não consegue achar a cassete excitante.Determinado a conhecer a sua irmã, decide marcar um encontro com João para lhe contar o caso. Ao ouvir a história, João pergunta-lhe se pode dar uma espreitadela na cassete. Acha-la extremamente pujante pois já tinha imaginado cenas daquelas com a sua mulher, e decide enveredar por uma carreira de realizador de filmes pornográficos em português. Helena separa-se dele no mesmo dia. Maria do Céu não acredita que Helena seja irmã de Artur e convence-se que o marido tem um caso com ela. Separa-se dele uma semana depois. Artur encontra a sua irmã e apaixonam-se instantaneamente, mantendo uma relação incestuosa secreta. Maria do Céu, desesperada pela sua separação, desiste do seu emprego e tenta a sua sorte como actriz em filmes pornográficos. Três meses depois, Artur e Helena, agora casados pela igreja e tudo, alugam um filme pornográfico intitulado A Trilogia da Rata Molhada. Nesse filme entravam os seus antigos cônjuges, João e Maria do Céu. Deprimidos com o sucedido, mas nem por isso menos excitados, fazem amor apaixonadamente, e o fruto é um filho coxo com os braços ligeiramente mais curtos que o normal, que virá vinte anos mais tarde a ser aluno da Universidade Católica de Lisboa. João e Maria do Céu, desiludidos com a vida porca em que se meteram, decidem pôr termo à vida... dos seus antigos cônjuges! Esperam-nos à porta de casa e chacinam-nos com tiros de caçadeira. Artur morre instantaneamente. Mas Helena sobrevive, embora tenha ficado amputada da cintura para baixo, tendo encontrado emprego no Circo Cardinalli como a primeira lésbica incestuosa semi-decepada. Quando João e Maria do Céu são presos por agentes da GNR, João confessa ser o autor moral e material do crime, ilibando a sua esposa. Esta, agora com tempo nas mãos e sem nada para fazer, decide comprar uma moto tipo Vespa e segue o circo Cardinalli na sua digressão europeia de modo a poder gozar com Helena constantemente.
E é apenas isto. Faltarão talvez algumas personagens, algumas nuances, mas o bruto da obra é o que foi descrito. Com certeza que uma equipa de excelentes argumentistas - como aqueles que escrevem as novelas da TVI - conseguirão transformar esta pequena história numa centena e meia de episódios.
Gostaria relatar uma ideia espectacular para uma telenovela nacional.Chamar-se-ia "Irmãos de sangue". João (que poderá ser Paulo Pires) é um engenheiro que trabalha numa fábrica perto da IC19. A sua mulher Helena (Catarina Furtado) é professora de Educação Física numa escola secundária não muito longe. Tem como colega de trabalho a Maria do Céu (Fernanda Serrano) com a qual mantém uma relação lésbica secreta. No entanto, Artur (Pedro Lima), o marido de Maria do Céu, está ao corrente da relação, tendo até inquirido a sua esposa sobre a possibilidade de poder assistir a uma das sessões lésbicas que ela realiza com Helena. Helena, porém, não se sente muito à vontade, pelo que tenta terminar o caso com Maria do Céu. Mas Maria do Céu não leva a coisa a bem. Aproveitando-se de vídeos que gravou sem o conhecimento de Helena, envia uma cassete com uma colectânea dos melhores momentos a João, marido de Helena. Acontece que, sob o pretexto da crise, a empresa multinacional em que João trabalha aproveitou a deixa para despedir cerca de 1500 trabalhadores, decidindo fechar alguns laboratórios europeus (nomeadamente o português). Por não se encontrar no trabalho nesse dia, uma vez que foi forçado a despedir-se, João não recebe a cassete enviada por Maria do Céu, sendo a mesma devolvida no próprio dia. Ao ser entregue de volta a casa, Artur, que assinou pela recepção da cassete, observa atentamente algumas das sessões lésbicas entre a sua mulher e Helena. Olhando com mais atenção, fica aterrado! Corre para o sótão e procura álbuns antigos de fotografias e, após alguma investigação, descobre que Helena é a irmã que nunca conheceu, pois sempre pensou que tivesse morrido à nascença. De facto, o que se passou foi que os pais de Helena (e Artur, portanto) a abandonaram à porta da Casa Pia de Lisboa pois não possuíam meios para sustentar uma filha que se dizia ser bastarda. Durante a descoberta da sua irmã surgem, inclusive, alguns daqueles flashback's acordados a Artur, o que faz com que ele coloque rapidamente o membro para dentro das calças pois já não consegue achar a cassete excitante.Determinado a conhecer a sua irmã, decide marcar um encontro com João para lhe contar o caso. Ao ouvir a história, João pergunta-lhe se pode dar uma espreitadela na cassete. Acha-la extremamente pujante pois já tinha imaginado cenas daquelas com a sua mulher, e decide enveredar por uma carreira de realizador de filmes pornográficos em português. Helena separa-se dele no mesmo dia. Maria do Céu não acredita que Helena seja irmã de Artur e convence-se que o marido tem um caso com ela. Separa-se dele uma semana depois. Artur encontra a sua irmã e apaixonam-se instantaneamente, mantendo uma relação incestuosa secreta. Maria do Céu, desesperada pela sua separação, desiste do seu emprego e tenta a sua sorte como actriz em filmes pornográficos. Três meses depois, Artur e Helena, agora casados pela igreja e tudo, alugam um filme pornográfico intitulado A Trilogia da Rata Molhada. Nesse filme entravam os seus antigos cônjuges, João e Maria do Céu. Deprimidos com o sucedido, mas nem por isso menos excitados, fazem amor apaixonadamente, e o fruto é um filho coxo com os braços ligeiramente mais curtos que o normal, que virá vinte anos mais tarde a ser aluno da Universidade Católica de Lisboa. João e Maria do Céu, desiludidos com a vida porca em que se meteram, decidem pôr termo à vida... dos seus antigos cônjuges! Esperam-nos à porta de casa e chacinam-nos com tiros de caçadeira. Artur morre instantaneamente. Mas Helena sobrevive, embora tenha ficado amputada da cintura para baixo, tendo encontrado emprego no Circo Cardinalli como a primeira lésbica incestuosa semi-decepada. Quando João e Maria do Céu são presos por agentes da GNR, João confessa ser o autor moral e material do crime, ilibando a sua esposa. Esta, agora com tempo nas mãos e sem nada para fazer, decide comprar uma moto tipo Vespa e segue o circo Cardinalli na sua digressão europeia de modo a poder gozar com Helena constantemente.
E é apenas isto. Faltarão talvez algumas personagens, algumas nuances, mas o bruto da obra é o que foi descrito. Com certeza que uma equipa de excelentes argumentistas - como aqueles que escrevem as novelas da TVI - conseguirão transformar esta pequena história numa centena e meia de episódios.
segunda-feira, novembro 08, 2004
NÃO É FÁCIL
Um homem passa pela tortura de ter que usar fato no verão. Pelo suplício de fazer a barba todos os dias. Pelo permanente risco de ter que entrar numa briga. Tomar conta do churrasco, ao fim de semana, enquanto todos se divertem. De ter sempre que resolver os problemas do carro. De ter a obrigação de ser um atleta sexual. De ter que reparar na roupa nova dela. De ter que reparar que ela mudou de perfume. De ter que reparar que ela trocou a cor do cabelo de Imédia 713 para 731 louro bege salmon plus up light forever. De ter que reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja somente um centímetro. De ter que jamais reparar que ela tem um pouco de celulite. De ter que jamais dizer que ela engordou, mesmo que isto seja a pura verdade. De trabalhar com’ó caralho em prol de uma família que reclama que tu trabalhas com’ó caralho! Depois elas ainda acham que é fácil, só porque nós não menstruamos...
Um homem passa pela tortura de ter que usar fato no verão. Pelo suplício de fazer a barba todos os dias. Pelo permanente risco de ter que entrar numa briga. Tomar conta do churrasco, ao fim de semana, enquanto todos se divertem. De ter sempre que resolver os problemas do carro. De ter a obrigação de ser um atleta sexual. De ter que reparar na roupa nova dela. De ter que reparar que ela mudou de perfume. De ter que reparar que ela trocou a cor do cabelo de Imédia 713 para 731 louro bege salmon plus up light forever. De ter que reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja somente um centímetro. De ter que jamais reparar que ela tem um pouco de celulite. De ter que jamais dizer que ela engordou, mesmo que isto seja a pura verdade. De trabalhar com’ó caralho em prol de uma família que reclama que tu trabalhas com’ó caralho! Depois elas ainda acham que é fácil, só porque nós não menstruamos...
sexta-feira, novembro 05, 2004
terça-feira, novembro 02, 2004
PLAGIAR
Estava aqui a pensar nos tempos de universidade, e da dificuldade que tínhamos em realizar certos trabalhos, porque existia sempre a possibilidade do trabalho ser considerado plagiado, só porque tínhamos copiado de um igual.
Mas se o mesmo trabalho tivesse sido copiado de vários, já não tinha a mesma conotação, e era considerado um bom trabalho.
O engraçado disto tudo é que roubar ideias de uma pessoa é plágio, roubar de várias, é pesquisa. Vá-se lá perceber porquê.
Estava aqui a pensar nos tempos de universidade, e da dificuldade que tínhamos em realizar certos trabalhos, porque existia sempre a possibilidade do trabalho ser considerado plagiado, só porque tínhamos copiado de um igual.
Mas se o mesmo trabalho tivesse sido copiado de vários, já não tinha a mesma conotação, e era considerado um bom trabalho.
O engraçado disto tudo é que roubar ideias de uma pessoa é plágio, roubar de várias, é pesquisa. Vá-se lá perceber porquê.
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